Richard Bandler

 

Hipnose é algo que sempre me fascinou, um mistério que atiçava a curiosidade mas ao mesmo tempo parecia confuso demais pra se entender, distante demais. Certa vez meu pai me falou sobre a PNL – Programação Neurolinguística, e eu fui pesquisar mais sobre o assunto. Li alguns livros e assisti alguns seminários em vídeo, mas nem de perto cheguei no nível que gostaria. E por ter feito tudo de forma remota, tenho alguma teoria mas quase nenhuma prática. A PNL nasceu quando Richard Bandler e John Grinder resolveram estudar os grandes hipnólogos (Milton Erickson, Virginia Satir e outros). Resumindo uma longa (e interessantíssima) história, eles desconstruíram o que esses gênios faziam intuitivamente e chegaram a alguns pontos básicos do que é a hipnose, como induzir tais estados e muito mais. A esse campo de estudo que surgiu chamaram de PNL.

O primeiro livro que li do assunto chama-se “Sapos em Príncipes”, e é basicamente a transcrição de um seminário de 3 dias que eles deram. Ambos os criadores merecem o crédito pelas pesquisas e o que nasceu delas, mas admito que o Richard Bandler me inspira mais. Talvez por ele ter continuado mais ativo no cenário, o que me fez consumir mais o material dele (livros, cursos, etc), mas um tanto também por sua personalidade. Certamente ele têm vários defeitos, não é alguém que admiro completamente como ser humano, mas têm traços interessantes, como a ousadia pra testar o novo, fazer diferente, com inteligência e sagacidade o suficiente pra fazer bem feito. O fato de ter ajudado milhares de pessoas, trabalhado em locais pesados como hospícios e de viver de fato o que fazia. Ele é, na minha opinião, o maior hipnólogo vivo atualmente, e minha admiração vêm dos seus conhecimentos teóricos e práticos sobre a PNL.
Ser capaz de decupar algo que era feito intuitivamente, destilar o que é importante do que é ruído é algo fenomenal, especialmente quando estamos falando da linguagem humana, estados de transe e nossa relação com o subconsciente. Admiro também a busca pela novidade, a vontade de fazer coisas diferentes, de estar sempre buscando desafios e mesmo um conforto com o desconhecido. Reconheço cada vez mais claramente que existem traços em comum em todas, ou quase todas, a pessoas que me marcaram mais fortemente. De qualquer forma, PNL é algo que pretendo ainda estudar com muito mais profundidade.

Richard Bandler, co-developer of NLP, also known as Neuro-Linguistic Programming, conducts NLP seminars, NLP workshops, and NLP training…
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